«Asa-Branca» es un choro brasileño de 1947 compuesto por Humberto Teixeira y Luiz Gonzaga, que también fue su principal intérprete.
La canción trata de la seca en el nordeste brasilero, que puede llegar a ser muy intenso al punto de hacer migrar al ave Asa Branca (Patagioenas picazuro), una especie de paloma.

Versión: Luiz Gonzaga (Brasil)


Video:



Versión: Caetano Veloso (Brasil)

Versión: Gilberto Gil (Brasil)



Versión: Elis Regina con Hermeto Pascoal (Brasil)

Versión: Maria Bethânia (Brasil)



Versión: Raúl Seixas (Brasil) - White Wings (Asa Branca)

Versión: Manu Chao (Francia)



Versión: David Byrne (Inglaterra)



Letra:

Quando oiei a terra ardendo
Gual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus oio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu

Meu coração