Archives for junio 2012

Michelle

Letra y Música: Lennon / McCartney

Versión: The Beatles (Inglaterra)


Versión: Daniel García Quinteto (Argentina)

Versión: Pedro Aznar (Argentina)

Letra:

Michelle, ma belle
These are words that go together well
My Michelle

Michelle, ma belle
Sont les mots qui vont tres bien ensemble
Tres bien ensemble

I love you, I love you, I love you
That's all I want to say
Until I find a way
I will say the only words I know that
You'll understand

Michelle, ma belle
Sont les mots qui vont tres bien ensemble
Tres bien ensemble

I need to, I need to, I need to
I need to make you see
Oh, what you mean to me
Until I do I'm hoping you will
Know what I mean

I love you

I want you, I want you, I want you
I think you know by now
I'll get to you somehow
Until I do I'm telling you so
You'll understand

Michelle, ma belle
Sont les mots qui vont tres bien ensemble
Tres bien ensemble

I will say the only words I know
That you'll understand, my Michelle

La cama de piedra

Letra y música: Cuco Sanchez (México)

Versión: Cuco Sánchez

Versión: Lila Downs (México)

Letra:

De piedra ha de ser la cama,
de piedra la cabecera;
la mujer que a mi me quiera,
me ha de querer de a de veras.

Ay, ay, corazón por qué no amas.

Subí a la sala del crimen
le pregunté al presidente:
que si es delito el quererte,
que me sentencien a muerte.

Ay, ay corazón por qué no amas.

El día en que a mi me maten,
que sea de cinco balazos
y estar cerquita de ti,
para morir en tus brazos.

Ay, ay corazón por qué no amas.

Por caja quiero un sarape,
por cruz mis dobles cananas
y escriban sobre mi tumba
mi último adiós con mil balas.

Ay, ay, corazón por qué no amas.

Romaria

Letra y música: Renato Teixeira (Brasil - 1978)

Versión: Renato Teixeira


Versión: Elis Regina (Brasil)

Versión: María Bethania (Brasil)

Versión: Liliana Herrero (Argentina) - CD: Litoral

Letra:


É de sonho e de pó
O destino de um só
Feito eu perdido
Em pensamentos
Sob o meu cavalo

É de laço e de nó
De jibeira o jiló
Dessa vida
Cumprida a só

Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida (2x)

O meu pai foi peão
Minha mãe solidão
Meus irmãos
Perderam-se na vida
À custa de aventuras

Descasei, joguei
Investi, desisti
Se há sorte
Eu não sei, nunca vi

Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida (2x)

Me disseram, porém
Que eu viesse aqui
Prá pedir de
Romaria e prece
Paz nos desaventos

Como eu não sei rezar
Só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar
Meu olhar

Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida (2x)

Aguas de Marzo

Letra y música: Tom Jobim (Brasil)


Versión: Elis Regina y Tom Jobim (Brasil)



Versión: Paula Morelenbaum (Brasil)


Versión: Pedro Aznar (Argentina) y Cecilia Echenique (Chile)


Versión: Fito Páez (Argentina)


Versión: Marisa Monte (Brasil) y David Byrne (Escocia)

Video:




Versión: Stan Getz (EEUU) y Joao Gilberto (Brasil)




Letra:



É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...


É um caco de vidro
É a vida é o sol
É a noite é a morte
É um laço é o anzol...


É peroba do campo
É o nó da madeira
Caingá, Candeia
É o matita-pereira...


É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É um mistério profundo
É o queira ou não queira...


É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga é o vão
Festa da Cumeeira...


É a chuva chovendo
É conversa ribeira
Das águas de março
É o fim da canseira...


É o pé é o chão
É a marcha estradeira
Passarinho na mão
Pedra de atiradeira...


É uma ave no céu
É uma ave no chão
É um regato é uma fonte
É um pedaço de pão...


É o fundo do poço
É o fim do caminho
No rosto um desgosto
É um pouco sozinho...


É um estrepe é um prego
É uma ponta é um ponto
É um pingo pingando
É uma conta é um conto...


É um peixe é um gesto
É uma prata brilhando
É a luz da manhã
É o tijolo chegando...


É a lenha é o dia
É o fim da picada
É a garrafa de cana
Estilhaço na estrada...


É o projeto da casa
É o corpo na cama
É o carro enguiçado
É a lama é a lama...


É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um resto de mato
Na luz da manhã...


São as águas de março
Fechando o verão
E a promessa de vida
No teu coração...


É uma cobra é um pau
É João é José
É um espinho na mão
É um corte no pé...


São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...


É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...


É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um belo horizonte
É uma febre terçã...


São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...


-Pau, -Edra, -Im, -Inho
-Esto, -Oco, -Ouco, -Inho
-Aco, -Idro, -Ida, -Ol
-Oite, -Orte, -Aço, -Zol...


São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...

Essa Moça Tá Diferente

Hoy comparto una canción de Chico Buarque, el cual ya participó en varios post. Pero hay una nueva artista, que acabo de conocer (gracias a mi prima Cecilia que me la recomendó), y realmente tiene una voz y una forma de cantar muy especial. Se llama Roberta Sá. Quizás alguno de ustedes ya la conocen, pero si no es así, les recomiendo que escuchen alguno de sus discos. Brasil es tan grande musicalmente que siempre nos queda alguien por conocer.
Cada versión tiene su video, el de Chico Buarque parece ser un video "oficial", con las garotas en la playa de Copacabana y todo el color brasilero. El de Roberta no estoy seguro que sea el oficial, pero como tiene la traducción (que siempre viene bien) y el video está prolijo lo agregué.
Con el tema de los videos musicales que hay en la web, hay que tener cuidado, porque muchas veces, gente inescrupulosa, hacen videos de canciones, que son lamentables. Muchas veces los crean con una secuencia de fotos espantosas, que no tienen nada que ver con lo que es la canción misma. Desde aquí hago un llamado a que si no existe un video oficial de un tema, no hay porque hacerlo de forma casera!! Hay muchos sitios para subir música, no todo tiene porque tener imagen. La música vale por sí misma.
Disculpen estos comentarios que no tienen mucho que ver con lo que hoy comparto, pero hace tiempo lo quería decir.


Versión: Chico Buarque (Brasil)


Video:


Versión: Roberta Sá (Brasil) - Disco: Sambas & Bossas (2004)

Video:


Letra:

Essa moça tá diferente
Já não me conhece mais
Está pra lá de pra frente
Está me passando pra trás
Essa moça tá decidida
A se supermodernizar
Ela só samba escondida
Que é pra ninguém reparar
Eu cultivo rosas e rimas
Achando que é muito bom
Ela me olha de cima
E vai desinventar o som
Faço-lhe um concerto de flauta
E não lhe desperto emoção
Ela quer ver o astronauta
Descer na televisão
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Que ela só me guarda despeito
Que ela só me guarda desdém
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Se do lado esquerdo do peito
No fundo, ela ainda me quer bem

Essa moça tá diferente
Já não me conhece mais
Está pra lá de pra frente
Está me passando pra trás

Essa moça é a tal da janela
Que eu me cansei de cantar
E agora está só na dela
Botando só pra quebrar

Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Que ela só me guarda despeito
Que ela só me guarda desdém
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Se do lado esquerdo do peito
No fundo, ela ainda me quer bem

Essa moça...

Toíto cái lo traigo andao

Letra y música: Javier Ruibal (España)


Versión: Javier Ruibal



Versión: Jorge Drexler (Uruguay) - Disco: Cara B (2008)


Letra:



¡Ay!, al revuelo de tu falda,
qué fresquito es el verano.
Dame tu boca de limonada
y cura mis labios que están quemados.


!Ay!, qué me importa a mí el levante,
si nos vamos por la orilla:
yo vivo el sueño del navegante
y sueño que te llevo la sombrilla.


¡Ay!, a la magia de las velas
no hay estrella que te iguale;
cuando la sangre se desordena,
atrapa mi corazón que se sale.


Y en las cumbres de tu cuerpo
se enreda toda la luna
y, más allá, ya todo es incierto:
bendita verdad si tú te desnudas.


¡Ay!, toíto Cái lo traigo anda'o,
desde El Puerto hasta Zahara;
tengo la fiebre del aluna'o,
sería el delirio si me besaras.


¡Ay!, toíto Cái y lo que que'a
me lo traigo cavila'o,
que ya no hay brisa sin tu melena,
qué rica la sombra que hay a tu la'o.


Pero tienes la costumbre
de poner agua por medio.
Dónde está el faro que a ti te alumbre
y dónde la isla de tu misterio.


Y de repente ya te has ido
más allá del rompeolas,
sola en la tierra y en la mar sola,
no sé si te tengo o si te he perdido.

Otra cosa es con guitarra

Letra y música: Anselmo Grau (Uruguay)


Versión: Anselmo Grau - Disco: Entonces sabras (1969)



Versión: Fernando Cabrera (Uruguay) - Disco: Canciones propias (2010)


Letra:



Cuando suena una guitarra
siento que la vida mia
se desata en alegria 
se me escapa en sentimiento
y desde el mismo momento
empieza a correr el vino
Es que me llama el destino
y me aprisiona en sus garras
por eso, china, te digo
que otra cosa es con guitarra


Yo se que estas empacada
lo mesmo que mula tuerta
porque han golpeado a tu puerta
las malas lenguas del pago
a decirte que soy vago
que vivo en la pulperia
que pa mi la noche es dia
que tu amor lo tomo en farra
pero yo, china te digo
que otra cosa es con guitarra


Acordate de aquel tiempo
que eras vos la flor del pago
Recibias los halagos
de tuita la paisanada
ni siquiera de reproche
hasta que en aquella noche
te encontre abajo e la parra
y vos misma confesaste
que otra cosa es con guitarra

Across the universe

En el post anterior recibí un lindo comentario (gracias Azul es lejos !) con una serie de recomendaciones de versiones de Los Beatles. Este tema ya lo tenía casi pronto y en ese comentario agregó alguna versión más. Siempre es lindo recibir sus aportes, me permiten conocer cosas nuevas y compartirlas con todos los visitantes. No dejen de comentar y sugerir. Las entradas no son estáticas, se van agregando nuevas versiones que aparecen por aquí y por allá.


Versión: The Beatles (Inglaterra)

Versión: Fiona Apple (EEUU)

Video magnífico:

Versión: Rufus Wainwright (EEUU)

Video:

Video de la peícula Across the Universe:

Letra:

Words are flowing out like endless rain into a paper cup,
They slither while they pass, they slip away across the universe
Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my open mind,
Possessing and caressing me.
Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
Images of broken light which dance before me like a million eyes,
That call me on and on across the universe,
Thoughts meander like a restless wind inside a letter box they
Tumble blindly as they make their way
Across the universe
Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
Sounds of laughter shades of earth are ringing
Through my open views inviting and inciting me
Limitless undying love which shines around me like a
million suns, it calls me on and on
Across the universe
Jai guru deva om
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
 

All you need is love

Esta entrada va dedicada con mucho amor para mi compañera Fernanda, que está estudiando inglés y no tiene mejor idea que practicarlo con canciones de Los Beatles!


Versión: The Beatles (Inglaterra)



Video:



Versión: Jaime Roos, Hugo Fattoruso (Uruguay) - Disco: El Puente (1995)


Letra:


Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love


There's nothing you can do that can't be done
Nothing you can sing that can't be sung
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It's easy
Nothing you can make that can't be made
No one you can save that can't be saved
Nothing you can do but you can learn how to be you in time
It's easy


All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love


All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need


There's nothing you can know that isn't known
Nothing you can see that isn't shown
Nowhere you can be that isn't where you're meant to be
It's easy


All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need
All you need is love
(All together, now)
All you need is love
(Everybody)
All you need is love, love


Love is all you need
Love is all you need
Love is all you need
Love is all you need
Yesterday
She loves you, yeah yeah yeah.

Soneto a Mamá

Letra y música: Joan Manuel Serrat

Versión: Joan Manuel Serrat (España) - Disco: Canción Infantil (1974)


Versión: Nana Caymmi (Brasil)

Letra:


No es que no vuelva, porque me he olvidado
de tu olor a tomillo y a cocina.
De lejos, dicen que se ve más claro,
que no es igual quién anda y quién camina.

Y supe que el amor tiene ojos verdes, 
que cuatro palos tiene la baraja, 
que nunca vuelve aquello que se pierde
y la marea sube y luego baja.

Supe que lo sencillo no es lo necio, 
que no hay que confundir valor y precio,
y un manjar puede ser cualquier bocado

si el horizonte es luz y el rumbo un beso,
No es que no vuelva porque me he olvidado....
es que perdí el camino de regreso,

Mamá...

El Pájaro


Esta canción de Manuel Picón está dedicada a esos cantores solitarios, que van por ahí, de bar en bar, dedicando su arte al público, como verdaderos "obreros" del canto.
Zitarrosa hace una excelente interpretación de este tema, que como en muchos casos, parece hecha a su medida.


Versión: Manuel Picón (Uruguay) y Olga Manzano - Disco: Una fuerza natural (1983)



Versión: Alfredo Zitarrosa (Uruguay)


Letra:



Es pájaro nocturno con smoking de alquilar,
su boca huele a musgo de rincones de ciudad,
recuesta su figura sobre un piano fantasmal
y canta y gesticula algún tango pasional
y las parejas mustias se entrelazan y se van
y el pájaro termina su gorjeo de soledad...


Debajo de la seda de su smoking de disfraz
no hay más que piel obrera donde aún se ve la cal,
saluda hacia las mesas, pasa por caja a cobrar
y trepa la escalera, se lo traga la ciudad...


Al alba la cerveza lo acompaña en algún bar
y cuelga de una silla su quimérico disfraz
su rostro es cotidiano, sin leyendas que contar,
sus gestos son vulgares, se diría que no es más
que un hombre haciendo tiempo sin saber bien qué esperar
bebiendo una cerveza infinitamente real...

Garrincha

Ya que estamos con temas futboleros, vamos con una obra con letra y música de Manuel Picón, del cual hace poquito compartimos otro tema de él. En este caso sobre un gran futbolita brasileño llamado: Manuel Francisco dos Santos, más conocido como "Garrincha". En la letra de esta impecable canción nos describe un poco su vida, y como si esto fuera poco, también compartimos un relato de Eduardo Galeano sobre él.
Que lo disfruten!

Versión: Manuel Picón (Uruguay) - Disco: Una fuerza natural (1983)


Versión: Alfredo Zitarrosa (Uruguay)

Eduardo Galeano (Uruguay)

Video:


Letra:

Lo lleva atado al pie, como una luna atada al flanco de un jinete,
lo juega sin saber que juega el sentimiento de una muchedumbre,
y le pega tan suave, tan corto, tan bello,
que el balón es palomo de comba en el vuelo,
y lo toca tan justo, tan leve, tan quedo,
que lo limpia de barro y lo cuelga del cielo,
¡y se estremece la gente, y lo ovaciona la gente!

Lo lleva unido al pie, como un equilibrista unido va a la muerte,
lo esconde -no se ve-, le infunde magia y vida y luego lo devuelve,
y se escapa, lo engaña, lo deja, lo quiere,
y el balón le persigue, le cela, le hiere,
y se juntan y danzan y grita la gente,
y se abrazan y ruedan por entre las redes,
¡y se estremece la gente, y lo ovaciona la gente!

¿Quién se llevó de pronto la multitud?
¿Quién le robó de pronto la juventud?
¿Quién le quitó de un golpe el hechizo mágico del balón?
¿Quién le enredó en la sombra la pierna, el flanco y el corazón?
¿Quién le llenó su copa en la soledad?
¿Quién lo empujó de golpe a la realidad?
¿Quién lo volvió al suburbio penoso y turbio de la niñez?
¿Quién le gritó en la cara: -Usted no es nada, ya no es usted?
Ya no es usted, señor, ya no es usted.

El último balón lo para con el pecho y junto al pie lo duerme,
lo mira y sólo ve cenizas del amor que estremeció a la gente,
y lo pierde en la hierba, lo deja, lo olvida,
no lo quiere, le teme, no puede, no atina,
y se siente de nuevo enterrado en la vida,
y el balón se le escapa entre insultos y risas,
¡y se enfurece la gente, y le abuchea la gente!

¿Quién se llevó de pronto la multitud?
¿Quién le robó de pronto la juventud?
¿Quién le quitó de un golpe el hechizo mágico del balón?
¿Quién le enredó en la sombra la pierna, el flanco y el corazón?
¿Quién le llenó su copa en la soledad?
¿Quién lo empujó de golpe a la realidad?
¿Quién lo volvió al suburbio penoso y turbio de la niñez?
¿Quién le gritó en la cara: -Usted no es nada, ya no es usted?

Ya no es usted señor, ya no es usted…

Retirada 1998 - Antimurga BCG


Como ya sucedió en este blog, vamos con una canción de murga, que es el género musical, que en su escencia está el de tomar la melodía de canciones conocidas y aplicarle modificaciones en sus letras.
Y ya que en la eliminatoria hacia el próximo mundial de fútbol de Brasil, Uruguay tiene que enfrentar al seleccionado de Venezuela, recordamos esta retirada de la murga, o mejor dicho, como se hacía llamar: "Antimurga BCG" del año 1998.
En sus melodías están entre otras la de "La Marsellesa", "La Brisa" de Juan y Francisco Canaro y otras clásicas canciones futboleras dedicadas a "La Celeste" que pueden encontrar aquí en el post dedicado a ellas.
Esta de hoy, es de un tiempo en que Venezuela era el "pan comido" de las eliminatorias.
Que la disfruten!


Retirada 1998 - Antimurga BCG (Uruguay) - Letrista: Jorge Esmoris



Letra:



Una vez más estamos fuera
de un campeonate mundial
no pudimo’ arrimar a la France
y lo nuestro fue todo un tour de force
si seguimos jugando como el orte
la FIFA nos dirá:
«allez caguer sur le malvón» (16)


..vanyan pelando las chauchas,
vayan pelando los huevos,
las lechugas y las papas
preparemo’ una ensalada
y a mirar desde una balsa
por TV el mundial de francia…
Donde juega la celeste,
cuando juega mi celeste
los equipos que enfrentamos
tiran cuetes y petardos,
gritan locos de contentos
los tres punto’ aseguramos!


Uruguayos, sangre coagulada
la derrota es nuestra vocación
no ganamos ya ni a la payana (10)
de la garra nos queda el muñón.


..vanyan pelando las chauchas,
vayan pelando los huevos,
las lechugas y las papas
preparemo’ la ensalada
y a mirar desde una balsa
por TV el mundial de francia…


Uruguayos quedamos afuera de la copa,
nos dieron pa’l tabaco hojillas y algo más,
Nos rompieron el hongo y jugaron con nosotros,
como lo hace el gato maula con el misero ratón.


Los colombianos y los chilenos,
los argentinos y ecuatorianos,
los paraguayos y los peruanos,
nos vacunaron el año entero.


Seamos optimistas por que ser negativos,
sacar lo positivo de esta situación.
Invictos haya en USA invictos ahora en Francia
y si nos proponemos invictos en Japón.


Seremos los campeones de no jugar mundiales
tendremos la defensa por fin menos goleada
los grandes delanteros no marrarán los goles
y nuestra «vuelta olímpica»…
la daremos marcha atrás.


Soyauguru senoepmac de acirema y el odnum
sodazrofse satelta que nabaca de rafniuirt
sol seniralc que noried las sanaid ed sebmoloc
sam alla de sol sedna noreivlov a ranos…


Comencemos la tarea para el mundial de Japón, proponemos una idea que será la salvación, llamemos a una asamblea para que FIFA resuelva, que las eliminatorias sean solo con Venezuela.


Venezuela te queremos, te queremos de rival, por los siglos de los siglos, con vos queremos jugar. Y para evitar sorpresas, por escrito establecer, que cada gol uruguayo se valide como tres.


Venezuela te decimos te decimos de verdad, después del dulce de leche, sos lo más grande que hay. Ser por siempre locatarios pero se debe aclarar ya no será el Centenario, sino el San Ciro de Milan.


Venezuela te queremos, te queremos de rival, por los siglos de los siglos, con vos queremos jugar. Venezuela te decimos te decimos de verdad, después del dulce de leche, sos lo más grande que hay. Vamos Venezuela!


Venezuela te queremos, te queremos de rival, por los siglos de los siglos, con vos queremos jugar. Venezuela te decimos te decimos de verdad, después del dulce de leche, sos lo más grande que hay.


Venezuela te queremos, te queremos de rival, por los siglos de los siglos, con vos queremos jugar. Venezuela te decimos te decimos de verdad, después del dulce de leche, sos lo más grande que hay.”