Aquí un tema de Jorge Drexler que trasciende fronteras e idiomas.

Versión: Jorge Drexler (Uruguay) - Disco: Frontera (1999)



Versión: Paulinho Moska (Brasil) Disco: Tudo Novo de Novo (2003)



Versión en vivo:


Versión: Espido - (Actuación de Xabier Díaz, Guillermo Fernández e Guadi Galego no recital de Poesía + Ciencia da II Mostra de Ciencia e Cinema. Teatro Rosalía de Castro da Coruña, 28 de outubro de 2009.)

Versión: Simone y Zélia Duncan (Brasil)

Letra:

No somos más
que una gota de luz,
una estrella fugaz,
una chispa, tan sólo,
en la edad del cielo.

No somos lo
que quisiéramos ser,
solo un breve latir
en un silencio antiguo
con la edad del cielo.

Calma,
todo está en calma,
deja que el beso dure,
deja que el tiempo cure,
deja que el alma
tenga la misma edad
que la edad del cielo.

No somos más
que un puñado de mar,
una broma de Dios,
un capricho del Sol
del jardín del cielo.

No damos pie
entre tanto tic tac,
entre tanto Big Bang,
sólo un grano de sal
en el mar del cielo.

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A IDADE DO CÉU

Versão: Moska

Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu

Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Ou um capricho do sol

No jardim do céu
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu