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sábado, marzo 12, 2016

Asa Branca

«Asa-Branca» es un choro brasileño de 1947 compuesto por Humberto Teixeira y Luiz Gonzaga, que también fue su principal intérprete.
La canción trata de la seca en el nordeste brasilero, que puede llegar a ser muy intenso al punto de hacer migrar al ave Asa Branca (Patagioenas picazuro), una especie de paloma.

Versión: Luiz Gonzaga (Brasil)

Video:



Versión: Caetano Veloso (Brasil)

Versión: Gilberto Gil (Brasil)



Versión: Elis Regina con Hermeto Pascoal (Brasil)

Versión: Maria Bethânia (Brasil)



Versión: Raúl Seixas (Brasil) - White Wings (Asa Branca)

Versión: Manu Chao (Francia)



Versión: David Byrne (Inglaterra)



Letra:

Quando oiei a terra ardendo
Gual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus oio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu

Meu coração



viernes, septiembre 18, 2015

A novidade

Selvagem? (en español Salvaje?) es el tercer álbum de estudio de la banda de rock brasileña Os Paralamas do Sucesso. Fue lanzado en el año 1986.
Después del gran éxito con la presentación de Rock in Rio en 1985 y de una gran gira por todo Brasil, la banda regresó con un disco más fuerte que el anterior.
Gilberto Gil estaba en Florianópolis cuando Herbert Vianna lo llamó y le pidió una letra para una canción que les faltaba para redondear su próximo disco (Selvagem?).
Luego Herbert le mandó por correo la grabación de la música y Gil se lo devolvió con la letra.
Cuenta Gilberto Gil sobre la letra: "Fui pro hotel e botei a fita no gravador. Depois de umas quatro passadas, saí anotando. Eram mais ou menos duas da tarde. Às três horas eu estava ligando pro estúdio já para passar a letra. Foi uma coisa assim: bum! A letra veio como um tiro certeiro, absolutamente de chofre, inteira. E de um modo surpreendente até pra mim, porque, mesmo sem tempo pra qualquer avaliação crítica no dia seguinte, resultou no que eu acho um dos meus melhores textos - pela escolha e pela maneira de tratar o assunto, pela concisão e pela elegância da construção."
El estímulo visual: "O quarto do hotel dava para o mar, e eu estava escrevendo na mesinha de frente para a janela, com a visão do mar ao fundo. Daí a idéia da sereia que vinha dar à praia."
El estímulo sonoro: "Algumas sílabas no início do cantarolar do Herbert na fita me insinuaram algo que soava como a palavra 'novidade', e eu aproveitei essa sugestão sonora. O restante veio por acaso mesmo."
Riqueza versus miséria: "O tema da desigualdade sempre fez parte do modo de inserção da minha geração na discussão dos problemas da sociedade; do nosso desejo de expressá-los. Universitário por excelência, o tema é portanto anterior e recorrente em meu trabalho. Está em Roda, em Procissão, em Barracos. Agora, em A Novidade, a imagem da sereia é que dá a partida para o tratamento da questão; a novidade é essa. Pode-se imediatamente pensar no Brasil, mas é sobre o Terceiro Mundo em geral; mais: sobre todo o 'mundo tão desigual', mesmo, de que fala o refrão."

Versión: Gilberto Gil (Brasil)

Versión: Os Paralamas do Sucesso (Brasil)

Versión: Paralamas y Titãs (Brasil)

Versión: Biquini Cavadão (Brasil)

Letra:

A novidade veio dar à praia
Na qualidade rara de sereia
Metade, o busto de uma deusa maia
Metade, um grande rabo de baleia

A novidade era o máximo
Do paradoxo estendido na areia
Alguns a desejar seus beijos de deusa
Outros a desejar seu rabo pra ceia

Ó, mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
Ó, de um lado este carnaval
Do outro a fome total

E a novidade que seria um sonho
O milagre risonho da sereia
Virava um pesadelo tão medonho
Ali naquela praia, ali na areia

A novidade era a guerra
Entre o feliz poeta e o esfomeado
Estraçalhando uma sereia bonita
Despedaçando o sonho pra cada lado

Ó, mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
Ó, de um lado este carnaval
Do outro a fome total

lunes, agosto 04, 2014

Un Indio

Letra y música: Caetano Veloso (Brasil)

Versión: Caetano Veloso

Versión: Milton Nascimento (Brasil)

Versión: Barão Vermelho (Brasil)

Versión: Clara Sandroni y Milton Nascimento

Versión: Doces Bárbaros (Bethânia, Caetano, Gil y Gal Costa)



Letra:

Um índio descerá de uma estrela colorida, brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul
Na América, num claro instante
Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias

Virá
Impávido que nem Muhammad Ali
Virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri
Virá que eu vi
Tranquilo e infálivel como Bruce Lee
Virá que eu vi
O axé do afoxé Filhos de Gandhi
Virá

Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor
Em gesto, em cheiro, em sombra, em luz, em som magnífico
Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto-sim resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará
Não sei dizer assim de um modo explícito

Virá
Impávido que nem Muhammad Ali
Virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri
Virá que eu vi
Tranqüilo e infálivel como Bruce Lee
Virá que eu vi
O axé do afoxé Filhos de Gandhi
Virá

E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio

domingo, enero 19, 2014

Toda menina baiana

Letra y música: Gilberto Gil (Brasil)

Versión: Gilberto Gil

Versión: Daniela Mercury

Versión: Gilberto Gil, Ivete Sangalo y Daniela Mercury



Versión: Gilberto Gil y Caetano Veloso (1993)



Versión: La Abuela Coca (Uruguay)

Letra:

Toda menina baiana tem
Um santo que Deus dá
Toda menina baiana tem
Encantos que Deus dá
Toda menina baiana tem
Um jeito que Deus dá
Toda menina baiana tem
Defeitos também que Deus dá

Que Deus deu, que Deus dá

Que Deus entendeu de dar
A primazia
Pro bem, pro mal
Primeira mão na Bahia
Primeira missa
Primeiro índio abatido também
Que Deus deu

Que Deus entendeu de dar
Toda magia
Pro bem, pro mal
Primeiro chão da Bahia
Primeiro carnaval
Primeiro pelourinho também
Que Deus deu


A, a, a, que Deus deu

martes, enero 24, 2012

Cambalache

Si hay un tango famoso, sin dudas es éste. Como saben, hay muchísimas versiones. La idea del blog no es poner todas las versiones que se hacen de un tema, sino poner las que a mi humilde entender están mejor logradas o son más significativas, por lo tanto es algo muy subjetivo y absolutamente discutible. Quien quiera aportar otra versión, o comentario siempre es bienvenido.
Este tango fue escrito por Enrique Santos Discépolo en 1934 para la película "El alma del bandoneón", que se estrenó en febrero de 1935 y cuya protagonista principal era Libertad Lamarque.
Aquí algunas versiones. Que disfruten!

Versión: Julio Sosa (Uruguay)

Versión: Tita Merello (Argentina) con Francisco Canaro (Uruguay)

Versión: Roberto Goyeneche y Astor Piazzolla (Argentina)

Versión: Edmundo Rivero (Argentina)

Versión: Buitres (Uruguay)

Versión: Sumo (Argentina)

Versión: Raúl Seixas (Brasil)

Versión: Joan Manuel Serrat (España)

Versión: Nacha Guevara (Argentina)

Versión: Adriana Varela (Argentina)

Versión: Juan Carlos Baglietto (Argentina)

Versión: Caetano Veloso (Brasil)

Versión: Gilberto Gil (Brasil)



Letra:

Que el mundo fue y será
una porquería, ya lo sé.
En el quinientos seis
y en el dos mil, también.
Que siempre ha habido chorros,
maquiavelos y estafaos,
contentos y amargaos,
barones y dublés.
Pero que el siglo veinte
es un despliegue
de maldá insolente,
ya no hay quien lo niegue.
Vivimos revolcaos en un merengue
y en el mismo lodo
todos manoseados.

Hoy resulta que es lo mismo
ser derecho que traidor,
ignorante, sabio o chorro,
generoso o estafador...
¡Todo es igual!
¡Nada es mejor!
Lo mismo un burro
que un gran profesor.
No hay aplazaos ni escalafón,
los ignorantes nos han igualao.
Si uno vive en la impostura
y otro roba en su ambición,
da lo mismo que sea cura,
colchonero, Rey de Bastos,
caradura o polizón.

¡Qué falta de respeto,
qué atropello a la razón!
Cualquiera es un señor,
cualquiera es un ladrón...
Mezclao con Stravisky
va Don Bosco y La Mignon,
Don Chicho y Napoleón,
Carnera y San Martín...
Igual que en la vidriera
irrespetuosa
de los cambalaches
se ha mezclao la vida,
y herida por un sable sin remache
ves llorar la Biblia
junto a un calefón.

Siglo veinte, cambalache
problemático y febril...
El que no llora no mama
y el que no afana es un gil.
¡Dale, nomás...!
¡Dale, que va...!
¡Que allá en el Horno
nos vamo’a encontrar...!
No pienses más; sentate a un lao,
que ha nadie importa si naciste honrao...
Es lo mismo el que labura
noche y día como un buey,
que el que vive de los otros,
que el que mata, que el que cura,
o está fuera de la ley...


martes, octubre 11, 2011

No woman, no cry

Ayer lunes, 10 de Octubre de 2011, en los festejos por el Bicentenario, entre los muchos y variados espectáculos artísticos que se desarrollaron en la ciudad de Montevideo (Uruguay), tuve el gusto de ver a Gilberto Gil. Todo el toque fue maravilloso. Entre los temas que cantó este gran artista Brasileño, estuvo este clásico de Bob Marley. Mientras la escuchaba pensé: "...ésta tiene que estar en el blog...".
Aquí va!


Versión: Bob Marley (Jamaica)




Versión: Gilberto Gil (Brasil)




Letra:



No woman no cry
No woman no cry
No woman no cry
No woman no cry


Say, say
Say I remember when we used to sit
In a government yard in Trenchtown
Observing the hypocrites
As they would mingle with the good people we meet
Good friends we have
Oh, good friends we lost


Along the way
In this great future
You can't forget your past
So dry your tears, I seh


No woman no cry
No woman no cry
Little darling, don't shed no tears
No woman no cry


Say, Say
Said I remember when we use to sit
In the government yard in Trenchtown
And then Georgie would make the fire lights
I seh, log would burnin' through the nights
Then we would cook cornmeal porridge
Of which I'll share with you
My feet is my only carriage
And so I've got to push on through
Oh, while I'm gone


Everything 's gonna be alright
Everything 's gonna be alright


No woman no cry
No woman no cry


I say little darlin'
Don't shed no tears
No woman no cry