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jueves, enero 28, 2016

Blues da piedade

Letra y música: Cazuza (Brasil)

Versión: Cazuza

Video:



Versión: Cássia Eller (Brasil)

Video:



Versión: Lu Ferreira (Uruguay)



Letra:

Agora eu vou cantar pros miseraveis
Que vagam pelo mundo, derrotados
Dessas sementes mal plantadas
Que ja nascem com caras de abortadas
Pra pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo
Que nao tem

Pra quem ve a luz
Mas nao ilumina suas mini-certezas
Vive contando dinheiro
E nao muda quando lua cheia
Pra quem nao sabe amar,
Fica esperando algum que caiba no seu sonho
Como varizes que vao aumentando
Como insetos em volta da lmpada

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes de grandeza e um pouco de coragem.

Quero cantar s para as pessoas fracas
Que tao no mundo e perderam a viagem
Quero cantar os blues
Com o pastor e o bumbo na praca.
Vamos pedir piedade

Pois ha um incendio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraca

martes, julio 08, 2014

Menina mimada

Compositor: Cazuza / Maurício Barros (Barão Vermelho)

Ayer 7 de Julio se cumplieron 24 años de la muerte de Cazuza, víctima de sida, a la edad de 32 años.
Aquí va un homenaje a ese gran músico brasilero!
La primera, es la versión de la banda "Barão Vermelho", donde comenzó su carrera musical.
Que lo disfruten!!

Versión: Barão Vermelho (Brasil)



Versión: Paralamas do Sucesso (Brasil)

Versión: Cássia Eller (Brasil)

Letra:

Foi você quem quis ir embora
Agora toca a campainha e cora
Agora volta arrependida e chora
Olhar pedindo esmola
Baby, eu conheço a tua escola

Quem sabe eu faço um blues em tua homenagem
Eu vou rimar tanta bobagem

Você é tão fácil
Menina mimada
De enfeites
Brochinhos
E queixas, queixas, queixas
Foi você mesma quem quis

Foi você que quis ir embora
Agora volta arrependida e chora
Diz que esqueceu uma sacola
Baby, eu conheço tua história

O cara já está buzinando lá embaixo
Fazendo papel de palhaço
Cheio de flores, promessas
Menima mimada
Você é um fracasso

Cigarros?
Leva o maço

Foi você mesma quem quis

viernes, abril 25, 2014

Lanterna dos Afogados

Autor: Herbert Vianna (Brasil)

Versión: Os Paralamas do Sucesso - Disco: Big Bang (1989)
Clip Original



Versión: Paralamas (en español) Linterna de los afiebrados


Versión: Gal Costa (Brasil)



Versión: Gal Costa y Herbert Vianna



Versión: Paralamas y Djavan (Brasil)



Versión: Cássia Eller (Brasil)

Versión: Pedro Aznar (Argentina) - El Faro de los Ahogados



Versión: María Gadú (Brasil)

Versión: Deborah Turza (Argentina)

Letra:

Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar

Há uma luz no túnel
Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar

Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar

Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar

E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar

Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar

Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar

Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar


Letra Pedro Aznar:

Cuando está oscuro
y ya nadie te oye 
cuando cae la noche 
y no parás de llorar 

Al final del túnel
de los desahuciados 
hay un puerto abierto 
a quien ansía llegar 

Yo estaré en el faro
de los ahogados 
Te estaré esperando 
No vayas a demorar 

Una noche larga
de una vida corta 
pero no me importa 
basta poderte ayudar 

Y son tantas marcas
que ya forman parte 
del que soy ahora 
pero no pienso aflojar 

Yo estaré en el faro
de los ahogados 
Te estaré esperando 

No vayas a demorar

miércoles, agosto 28, 2013

Non, je ne regrette rien

Letra: Michel Vaucaire
Música: Charles Dumont

"Non, je ne regrette rien" es una canción francesa compuesta en 1956, reconocida por la interpretación realizada por la cantante francesa Édith Piaf. Su título se traduce como "No, no me arrepiento de nada".
Que las disfruten!

Versión: Edith Piaf (Francia)

Versión: Cassia Eller (Brasil) - Disco: Acustico MTV

Versión: Mireille Mathieu (Francia)

Versión: Danakil (Francia)

Letra:

Non, rien de rien, non, je ne regrette rien
ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal
tout ça m'est bien égal
non, rien de rien, non, je ne regrette rien
c'est payé, balayé, oublié, je me fous du passé
Avec mes souvenirs j'ai allumé le feu
mes chagrins, mes plaisirs,
je n'ai plus besoin d'eux
balayé les amours avec leurs trémolos
balayé pour toujours
je repars à zéro
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien
ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal
tout ça m'est bien égal
non, rien de rien, non, je ne regrette rien
car ma vie, car mes joies

aujourd'hui ça commence avec toi

Letra en español:

No, no lamento nada 

No! nada de nada, 
No! no lamento nada 
Ni el bien que me han hecho, 
Ni el mal, 
Todo eso me da igual! 

No! nada de nada, 
No! no lamento nada. 
Está pagado, barrido, olvidado... 
Me importa un bledo el pasado! 

Con mis recuerdos 
He encendido el fuego, 
Mis penas, mis placeres… 
Ya no los necesito! 

Barridos los amores 
Y todos sus temblores, 
Barridos para siempre, 
Vuelvo a empezar de cero. 

No! nada de nada, 
No! no lamento nada. 
Ni el bien que me han hecho, 
Ni el mal, 
Todo eso me da igual! 

No! nada de nada, 
No! no lamento nada. 
Porque mi vida, 
Porque mis alegrías, 

Hoy comienzan contigo... !

jueves, mayo 05, 2011

Todo o Amor Que Houver Nessa Vida

Siguiendo con la música Brasilera que prometí, hoy vamos con este hermoso tema compuesto por Cazuza y Roberto Frejat.

Versión: Cazuza (Brasil)



Video:


Versión: Caetano Veloso (Brasil)



Versión: Gal Costa (Brasil)


Versión: Cássia Eller (Brasil) (gracias F por tu recomendación)

Video:

Versión: Pedro Aznar (Argentina)

Letra:


Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria