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domingo, octubre 13, 2013

Estrela estrela

Letra y música: Vitor Ramil (Brasil)

Versión: Vitor Ramil



Versción: Gal Costa(Brasil)

Versión: Maria Rita (Brasil)

Versión: Vitor Ramil y Jorge Drexler (Uruguay)



Versión: Georgina Hassan (Argentina) - Disco: Primera luna (2004)

Versión: Chico César (Brasil)



Versión: Kleiton y Kledir & León Gieco (1984)

Letra:

Estrela, estrela
Como ser assim
Tão só, tão só
E nunca sofrer

Brilhar, brilhar
Quase sem querer
Deixar, deixar
Ser o que se é

No corpo nu
Da constelação
Estás, estás
Sobre uma das mãos

E vais e vens
Como um lampião
Ao vento frio
De um lugar qualquer

É bom saber
Que és parte de mim
Assim como és
Parte das manhãs

Melhor, melhor
É poder gozar
Da paz, da paz
Que trazes aqui

Eu canto, eu canto
Por poder te ver
No céu, no céu
Como um balão

Eu canto e sei
Que também me vês
Aqui, aqui
Com essa canção

sábado, mayo 26, 2012

Cálice

Para este post, transcribo lo que encontré junto al video que va abajo, donde explica muy bien detalles de la canción y sus creadores.
"Su posición humanista y su enfrentamiento con la dictadura militar trasformaron a Chico Buarque en un personaje emblemático de la resistencia a la opresión; blanco predilecto de la censura Chico tenía un margen restringido, no obstante consiguió comunicar su mensaje usando recursos como polisemia, intertextualidad y hasta la invención de un falso colaborador.
Aproximadamente 20 de sus canciones fueron prohibidas total o parcialmente; Cálice, co-escrita con Gilberto Gil, juega con la casi homofonía entre las palabras cálice (cáliz) y Cale-se (cállese), al final del video se ven imágenes del festival Phono 73, en el que sus micrófonos fueron cortados en vivo cuando la tarareaban."
Que la disfruten!


Versión: Chico Buarque y Milton Nascimento (Brasil)


Video:





Versión: Chico César (Brasil) - Disco: De uns tempos pra cá (2005)



Letra:


Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue


Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue


Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor e engolir a labuta?
Mesmo calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta


Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue


Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada, prá a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa


Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue


De muito gorda a porca já não anda (Cálice!)
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, Pai, abrir a porta (Cálice!)
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade?
Mesmo calado o peito resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade


Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue


Talvez o mundo não seja pequeno (Cale-se!)
Nem seja a vida um fato consumado (Cale-se!)
Quero inventar o meu próprio pecado (Cale-se!)
Quero morrer do meu próprio veneno (Pai! Cale-se!)
Quero perder de vez tua cabeça! (Cale-se!)
Minha cabeça perder teu juízo. (Cale-se!)
Quero cheirar fumaça de óleo diesel (Cale-se!)
Me embriagar até que alguém me esqueça (Cale-se!)


domingo, mayo 20, 2012

A primera vista

Con el blog, además de entretenerme, he podido conocer a algunos artistas que no los tenía registrados.
Muchas veces, buscando alguna versión de alguno, saltan otras versiones que no conocía o bien son los creadores de los temas y uno siempre se lo había adjudicado a otro. Es el caso de esta canción, de la cual me vine a enterar que es del brasilero Chico César, quizás alguna vez lo oí nombrar, pero no conocía nada de el o por lo menos eso pensaba yo. Este tema quizás se lo adjudicaba a Pedro Aznar, pero no, por más que hace una versión espectacular, su autor es Chico César.
Que las disfruten!

Versión: Chico César (Brasil)

Versión: Pedro Aznar (Argentina)

Versión: Pedro Guerra (España) y Chico Cesar

Versión: Georgina Hassan - Disco: Como respirar (2009)

Versión: Bahiano - Disco: Rey mago de las Nubes (2011)

Versión: Samantha Navarro (Uruguay) - Disco: Volver al inicio

Letra:

Quando não tinha nada, eu quis
Quando tudo era ausência, esperei
Quando tive frio, tremi
Quando tive coragem, liguei...

Quando chegou carta, abri
Quando ouvi prince, dancei
Quando o olho brilhou, entendi
Quando criei asas, voei...

Quando me chamou, eu vim
Quando dei por mim, tava aqui
Quando lhe achei, me perdi
Quando vi você, me apaixonei...

Amarazáia zoê, záia, záia
A hin hingá do hanhan.....
Amarazáia zoê, záia, záia
A hin hingá do hanhan.....

Quando não tinha nada, eu quis
Quando tudo era ausência, esperei
Quando tive frio, tremi
Quando tive coragem, liguei...

Quando chegou carta, abri
Quando ouvi Salif Keita, dancei
Quando o olho brilhou, entendi
Quando criei asas, voei...

Quando me chamou, eu vim
Quando dei por mim, tava aqui
Quando lhe achei, me perdi
Quando vi você, me apaixonei...

Amarazáia zoê, záia, záia
A hin hingá do hanhan...
Amarazáia zoê, záia, záia
A hin hingá do hanhan.....

Quando me chamou, eu vim
Quando dei por mim, tava aqui
Quando lhe achei, me perdi
Quando vi você, me apaixonei...

Amarazáia zoê, záia, záia
A hin hingá do hanhan....

Amarazáia zoê, záia, záia
A hin hingá do hanhan...

Amarazáia zoê, záia, záia...

Letra en español:

Cuando no tenía nada deseé
Cuando todo era ausencia esperé
Cuando tuve frío temblé
Cuando tuve coraje llamé

Cuando llegó carta la abrí
Cuando escuché a Prince (Salif Keita) bailé 
Cuando el ojo brilló entendí
Cuando me crecieron alas volé

Cuando me llamó allá fui
Cuando me di cuenta estaba ahí
Cuando te encontré me perdí
En cuanto te vi me enamoré