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sábado, marzo 12, 2016

Asa Branca

«Asa-Branca» es un choro brasileño de 1947 compuesto por Humberto Teixeira y Luiz Gonzaga, que también fue su principal intérprete.
La canción trata de la seca en el nordeste brasilero, que puede llegar a ser muy intenso al punto de hacer migrar al ave Asa Branca (Patagioenas picazuro), una especie de paloma.

Versión: Luiz Gonzaga (Brasil)

Video:



Versión: Caetano Veloso (Brasil)

Versión: Gilberto Gil (Brasil)



Versión: Elis Regina con Hermeto Pascoal (Brasil)

Versión: Maria Bethânia (Brasil)



Versión: Raúl Seixas (Brasil) - White Wings (Asa Branca)

Versión: Manu Chao (Francia)



Versión: David Byrne (Inglaterra)



Letra:

Quando oiei a terra ardendo
Gual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus oio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu

Meu coração



miércoles, octubre 14, 2015

Los hermanos

Letra y música: Atahualpa Yupanqui (Argentina)

Versión: Atahualpa Yupanqui


Versión: Alfredo Zitarrosa (Uruguay)


Versión: Mercedes Sosa (Argentina)


Versión: Elis Regina (Brasil)


Versión: Pedro Aznar (Argentina)


Versión: Silvia Iriondo (Argentina) con Jaime Roos (Uruguay) - Disco: Coplas para la luna (1998)


Letra:

Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar,
en el valle, la montaña,
en la pampa y en el mar.

Cada cual con sus trabajos,
con sus sueños cada cual,
con la esperanza delante,
con los recuerdos, detrás.

Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar.

Gente de mano caliente
por eso de la amistad,
con un rezo pa’ rezarlo,
con un llanto pa’ llorar.*

Con un horizonte abierto,
que siempre está más allá,
y esa fuerza pa’ buscarlo
con tesón y voluntad.

Cuando parece más cerca
es cuando se aleja más.
Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar.

Y así seguimos andando
curtidos de soledad,
nos perdemos por el mundo,
nos volvemos a encontrar.

Y así nos reconocemos
por el lejano mirar,
por las coplas que mordemos,
semillas de inmensidad.

Y así seguimos andando
curtidos de soledad,
y en nosotros nuestros muertos
pa’ que naide quede atrás.**

Yo tengo tantos hermanos,
que no los puedo contar,
y una novia muy hermosa***
que se llama libertad.


* Alfredo Zitarrosa y Mercedes Sosa dicen “con un lloro pa’ llorarlo, / con un rezo pa’ rezar”.
** Alfredo Zitarrosa recita esta estrofa, y dice “nadie” en lugar de “naide”. Mercedes Sosa también dice “nadie”.
*** Mercedes Sosa dice “y una hermana muy hermosa”.

domingo, junio 24, 2012

Romaria

Letra y música: Renato Teixeira (Brasil - 1978)

Versión: Renato Teixeira

Versión: Elis Regina (Brasil)

Versión: María Bethania (Brasil)

Versión: Liliana Herrero (Argentina) - CD: Litoral

Letra:


É de sonho e de pó
O destino de um só
Feito eu perdido
Em pensamentos
Sob o meu cavalo

É de laço e de nó
De jibeira o jiló
Dessa vida
Cumprida a só

Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida (2x)

O meu pai foi peão
Minha mãe solidão
Meus irmãos
Perderam-se na vida
À custa de aventuras

Descasei, joguei
Investi, desisti
Se há sorte
Eu não sei, nunca vi

Sou caipira, Pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida (2x)

Me disseram, porém
Que eu viesse aqui
Prá pedir de
Romaria e prece
Paz nos desaventos

Como eu não sei rezar
Só queria mostrar
Meu olhar, meu olhar
Meu olhar

Sou caipira, pirapora
Nossa Senhora de Aparecida
Ilumina a mina escura e funda
O trem da minha vida (2x)

domingo, junio 17, 2012

Aguas de Marzo

Letra y música: Tom Jobim (Brasil)


Versión: Elis Regina y Tom Jobim (Brasil)


Versión: Paula Morelenbaum (Brasil)


Versión: Pedro Aznar (Argentina) y Cecilia Echenique (Chile)


Versión: Fito Páez (Argentina)


Versión: Marisa Monte (Brasil) y David Byrne (Escocia)

Video:




Versión: Stan Getz (EEUU) y Joao Gilberto (Brasil)




Letra:



É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...


É um caco de vidro
É a vida é o sol
É a noite é a morte
É um laço é o anzol...


É peroba do campo
É o nó da madeira
Caingá, Candeia
É o matita-pereira...


É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É um mistério profundo
É o queira ou não queira...


É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga é o vão
Festa da Cumeeira...


É a chuva chovendo
É conversa ribeira
Das águas de março
É o fim da canseira...


É o pé é o chão
É a marcha estradeira
Passarinho na mão
Pedra de atiradeira...


É uma ave no céu
É uma ave no chão
É um regato é uma fonte
É um pedaço de pão...


É o fundo do poço
É o fim do caminho
No rosto um desgosto
É um pouco sozinho...


É um estrepe é um prego
É uma ponta é um ponto
É um pingo pingando
É uma conta é um conto...


É um peixe é um gesto
É uma prata brilhando
É a luz da manhã
É o tijolo chegando...


É a lenha é o dia
É o fim da picada
É a garrafa de cana
Estilhaço na estrada...


É o projeto da casa
É o corpo na cama
É o carro enguiçado
É a lama é a lama...


É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um resto de mato
Na luz da manhã...


São as águas de março
Fechando o verão
E a promessa de vida
No teu coração...


É uma cobra é um pau
É João é José
É um espinho na mão
É um corte no pé...


São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...


É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...


É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um belo horizonte
É uma febre terçã...


São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...


-Pau, -Edra, -Im, -Inho
-Esto, -Oco, -Ouco, -Inho
-Aco, -Idro, -Ida, -Ol
-Oite, -Orte, -Aço, -Zol...


São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...

miércoles, agosto 03, 2011

Noite dos mascarados - Noche de las mascaritas

Buscando información para ilustrar este post, encontré lo siguiente:
El carnaval, dice Bajtín, y la visión carnavalesca del mundo que pasará a la literatura como una subversión de los géneros literarios, es “un espectáculo sin escenario ni división en actores y espectadores (…), se suprimen las jerarquías y las formas de miedo, etiqueta, etc., relacionadas con ellas, es decir, se elimina todo lo determinado por la desigualdad jerárquica social y por cualquier otra desigualdad (incluyendo la de edades) de los hombres” (Problemas de la poética de Dostoievski, IV). El presente tema de Chico Buarque avala con belleza esa definición.
Espero disfruten las diversas versiones que hoy comparto!

Versión: Chico Buarque y Elis Regina (Brasil)



Video: Chico Buarque con Nara Leão


Versión: Chico Buarque con Ana Belén - Disco: Ana Belén en Río.


Versión: Pablo "Pinocho" Routin - Adaptación de letra en español: Jaime Roos y Estela Magnone - Disco: Noches de Carnaval (1995) (Uruguay)



Letra:

Noite dos Mascarados
Chico Buarque/1966
Para o musical Meu refrão

Quem é você?
Adivinhe, se gosta de mim
Hoje os dois mascarados
Procuram os seus namorados
Perguntando assim:
Quem é você, diga logo
Que eu quero saber o seu jogo
Que eu quero morrer no seu bloco
Que eu quero me arder no seu fogo
Eu sou seresteiro
Poeta e cantor
O meu tempo inteiro
Só zombo do amor
Eu tenho um pandeiro
Só quero um violão
Eu nado em dinheiro
Não tenho um tostão
Fui porta-estandarte
Não sei mais dançar
Eu, modéstia à parte
Nasci pra sambar
Eu sou tão menina
Meu tempo passou
Eu sou Colombina
Eu sou Pierrot
Mas é carnaval
Não me diga mais quem é você
Amanhã, tudo volta ao normal
Deixe a festa acabar
Deixe o barco correr
Deixe o dia raiar
Que hoje eu sou
Da maneira que você me quer
O que você pedir
Eu lhe dou
Seja você quem for
Seja o que Deus quiser
Seja você quem for
Seja o que Deus quiser


Letra en español:
Adaptación de letra en español: Jaime Roos y Estela Magnone


¿Quien eres tú?
Si te gusto adivina quén soy
Hoy las dos mascaritas
Buscando los enamorados
Se preguntan así:
¿Quien eres tú?
Dime algo que quiero saber
De tu juego
Que quiero morir en tus brazos
Que quiero arder en tu fuego
Yo soy un bohemio poeta y cantor
Tú dices que tua alma la diste al amor
Yo tengo un pandeiro
Y tú un dulcimer
Yo nado en dinero
Y tú en un vintén
Fuí portaestandarte
Ya no sé bailar
Tú sabes muy bien que no tienes rival
Tú eres tan joven
Mi tiempo pasó
Tú de Colombina
Y yo de Pierrot
Pero es Carnaval
No me digas más quien eres tú
Si mañana será todo igual
Deja el barco correr
Y la fiesta acabar
Deja el día llegar que estaré
De la forma en que me quieras ver
Lo que quieras de mí te lo doy
Seas quien seas tú y como quiera Dios
Seas quien seas tú y como quiera Dios